THE DELAGOA BAY REVIEW

12/10/2009

Amália Rodrigues IV

Filed under: Amália Rodrigues — ABM @ 9:10 pm

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por ABM

Através do amigo do amigo, o Dr. Vasco Galante, Director no actual projecto conjunto do Governo e da Fundação Carr para recuperar o Parque Nacional da Gorongosa, fez o favor de abrilhantar a pequena celebração maschambiana da fadista portuguesa Amália Rodrigues, remetendo esta imagem da sua inscrição no livro de convidados do Parque, feita aquando da sua visita àquele paraíso natural moçambicano no dia 9 de Abril de 1951.

Os exmos. visitantes mais aficionados poderão premir na fotografia para verem a mesma imagem com maior resolução.

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10 comentários »

  1. Fantástico

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    Comentar por jpt — 12/10/2009 @ 11:27 pm

  2. Nao quero ser desrespeitoso ou coisa assim, mas no meio de tanta homenagem ao talento indubitavel da saudosa cantora lusa, nao ha ninguem que dispense nem que seja uns curtos minutos a elogiar os magnificos seios da senhora? Ou querem convencer-me que nao fazia parte do espectaculo? Passou despercebido talvez…

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    Comentar por Lowlander — 13/10/2009 @ 10:47 am

  3. Sr Lowlander,

    Completamente de acordo. Ela era fisicamente muito atraente e ao que consta usou bem os seios e o resto. Não se pode distinguir a projecção física dela do resto da sua arte. A que se deve juntar um repertório excelente, roupa espectacular e guitarristas talentosos.

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    Comentar por ABM — 13/10/2009 @ 3:29 pm

  4. LL como antigo leitor deste estaminé acredito que faça a justiça de me reconhecer algum apreço pela iconoclastia. Mas confesso que neste caso até a mim doeu …

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    Comentar por jpt — 13/10/2009 @ 4:45 pm

  5. Tenho um blog dedicado à Amália (mais aos seus albums nunca editados em Portugal) e dou com este site muito interessante…. e o meu avô trabalhou na Gorongosa… é um momento full circle. 🙂

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    Comentar por AmaliaPorAmor — 29/05/2010 @ 12:17 am

  6. Sra / Sr ApA

    que linda coincidência, isto começou tudo como uma brincadeira para saber se ela tinha estado em Moçambique…viu o autógrafo dela quando esteve na Gorongosa, espero?

    aqui canta-se pouco, ou melhor, outro fado, mas pode ser que goste…

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    Comentar por ABM — 29/05/2010 @ 12:38 am

  7. Nasci em Portugal e nunca estive em Moçambique (para grande pena minha), por isso nunca visitei o parque da Gorongosa.

    Apesar de ser português, a minha família viveu muitos anos em Moçambique (Beira) e crescer num ambiente em que as histórias, a comida e a música são de uma terra longínqua emprestaram-me uma costela africana. 🙂

    Conheci o blog há pouco tempo… tem que me explicar qual o fado que se canta por aqui.

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    Comentar por AmaliaPorAmor — 31/05/2010 @ 5:15 pm

  8. Sr ApA

    “Mãe Negra”

    Que tal?

    Sabe que um fado em Portugal é nostálgico….mas um fado cantado em África e outra coisa completamente diferente. Experimente.

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    Comentar por ABM — 31/05/2010 @ 5:24 pm

  9. Não seria “Mãe Preta” (adaptada para o “Barco Negro” uns anos mais tarde)?

    De qualquer maneira, as duas músicas são tristes (como convém ao fado)… mas este blog é tudo menos depressivo (nostálgico talvez).

    Um dia espero poder escutar um fado em África… e sentir saudades.

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    Comentar por AmaliaPorAmor — 31/05/2010 @ 7:51 pm

  10. Esse mesmo. Acho que esse fado tem uma historia muito interessante e que se prende com África.

    Sim, de facto há algo de terapêutico no Maschamba. E a nossa Baronesa tem andado muito calada, quando ela dispara o turbo é uma festa.

    Há algo que me atrevo e lembrar-lhe: creio que o fado não era só cantado por quem estava em Portugal. Era também, e se calhar mais sentidamente cantado, por quem estava longe de casa. Longe de casa as pessoas idealizavam mais a sua terra e isolam de forma mais estanque aquilo que é que gostam “mesmo” do serem portugueses, sem aquelas estúpidas distracções do que os políticos dizem, de se os impostos andam para cima ou para baixo, e os problemas todos. Não sendo se calhar mais genuíno, se calhar é, paradoxalmente, mais puro.

    Mas isto é só a minha impressão, vinda de quem ainda conheceu o resto do Império, quando ainda era possível ser-se português e em terra mais ou menos portuguesa, a dez mil quilómetros de Portugal. Hoje isso já só se pode imaginar.

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    Comentar por ABM — 31/05/2010 @ 8:57 pm


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