THE DELAGOA BAY REVIEW

15/10/2009

A Campanha Presidencial Moçambicana

Filed under: Música, Política Moçambique — ABM @ 4:15 pm

http://www.youtube.com/v/pI-PloJWbSk&hl=en&fs=1&

por ABM –

Acima, a música proposta para o comício de encerramento da campanha presidencial em Moçambique. Arranjo de Igoodesman e Joo e orquestra sinfónica, de um grande sucesso de Gloria Gaynor.

Ou, como terá dito Friedrich Nietzsche, sem música a vida seria um erro.

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14 comentários »

  1. grande “pastel de bacalhau” esta música …

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    Comentar por jpt — 15/10/2009 @ 4:22 pm

  2. É mais um croquete

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    Comentar por ABM — 15/10/2009 @ 4:26 pm

  3. Na verdade, e na qualidade de Maschambeiro Mufana, estava só a testar para ver se conseguia pela primeira vez (e lá se vai o acordo ortográfico para as estrelas…) “embedizar um linque ao sáite do iutube”… e simultaneamente fazer um pouco de comentário subterrâneo paralelo subjacente subrretício subliminar ao que tenho lido nos jornais.

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    Comentar por ABM — 15/10/2009 @ 4:30 pm

  4. desculpa a correcção: é “çáite” que se escreve

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    Comentar por jpt — 15/10/2009 @ 4:31 pm

  5. “sáite” é do verbo sair

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    Comentar por jpt — 15/10/2009 @ 4:32 pm

  6. “ssáite”…? “cháite? (este último já ouvi dizer num programa da TVi e em partes do Ribatejo português).

    Realmente “sáite” já está apropriado como conjugação do verbo “sair”. Exemplos: “sáite daí”; “se fores em classe turística sáite mais barato”; “se meteres aqui sáite ali”; a vitória assim sáite cara”…

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    Comentar por ABM — 15/10/2009 @ 4:51 pm

  7. Por favor, a dança das valquírias, para tão mágico momento do país dos helicópteros…

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    Comentar por espinhoso — 15/10/2009 @ 4:55 pm

  8. Sr Espinhoso

    Tem boa pontaria e bom gosto. Mas as Valquírias de Wagner não dançavam, cavalgavam. Claro que se fosse hoje, e em Moç, como muito bem alude, seria “o passeio de helicóptero das valquírias”

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    Comentar por ABM — 15/10/2009 @ 5:03 pm

  9. Espinhoso, atenção (a propósito do debaixo deste seu comentário): o ma-schamba é um blog que não tem falado de a) sexo [nunca calhou, e da minha parte não me parece que vá por aí]; b) política moçambicana [sou hóspede, se me sentir mal no “país dos helicópteros” como V. o refere vou à vida para outro sítio… Ou por outra, meteco sou como meteco me comporto; c) da “literatura moçambicana” – com excepção dos livros dos meus amigos pessoais -, desde que o comissário dos escritores, homem que náo gosta de um escritor porque a Igreja Católica com ele se ofendeu, aqui deixou e na página oficial da sua prestigiada associação um execrável texto a mim dedicado, racista (além de cheio de mentiras e calúnias), uma javardice indigna que colheu o … silêncio generalizado dos seus representados, pelos vistos concordantes com savonarolices e djanovices e respectivo embrulho arruaceiro. d) Não se fala ainda bem do Benfica e do FCPorto

    Espero, sinceramente, que os pontos b) e d) se mantenham inalteráveis. Ou por outra, que o Braga seja campeão e que V. náo me arranje sinuosos espinhos.

    Quanto ao sexo e às literaturas haja quem fale …

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    Comentar por jpt — 15/10/2009 @ 5:08 pm

  10. “chaite” e, sem duvida, o acordo ortografico aplicado ao “shit” escoces.

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    Comentar por Lowlander — 15/10/2009 @ 5:12 pm

  11. Mas no combate à pobreza absoluta;

    revolução verde;

    e outros altos desígnios que “ainda” vão ser ditos,

    podemos?

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    Comentar por umBhalane — 16/10/2009 @ 1:33 am

  12. 1B V. (e restantes comentadores) pode falar do que quiser aqui, com a amplitude do bom-gosto que demonstra. Penso que depois de seis anos a blogar aqui não preciso de ser mais explícito: o assunto das balizas temáticas não é aqui virgem. E é simples: sou um imigrante, não sou cidadão. Não estou condenado nem obrigado a viver aqui, é minha opção. Considero que posso (e devo) falar se algo cruzar o meu Rubicão (que é o meu, não o de outros). De resto, na normalidade quotidiana, sistémica, sou estrangeiro, náo tenho que falar mal (e como tal não me parece legítimo, ou pelo menos agradável, que apareça recorrentemente a falar bem).

    Depois há outras coisas: um blog português a residir em Moçambique – que o foi em exclusivo até agora – pode ser “cobrado” (o eterno leitor que acha o “tens que …”). Em particular o leitor “espoliado” que acha que …. (tenho um pequeno episódio simplório que é paradigma: pus umas fotos de registo diário aquando das novas instalações no Jardim dos Namorados em Maputo, com a minha filha a baloiçar, e logo me apareceu um velho não-sei-o-quê, na altura leitor/comentador muito habitual, a criticar-me por defender as obras feitas para os brancos – a minha filha é branca – acompanhados de criados pretos. Não estou para aturar cobradores deste tipo, preconceituosos e cuja saudade saudosista os impede de fruir o agora). Ou então é cobrado pelo leitor nacionalista que acha que o “tuga” não deve … qualquer coisa. E isso depende da dor de cabeça do dia …

    Há poucas dessas ervas daninhas aqui. Felizmente. Não me apetece que cresçam. Só isso

    Quanto à pobreza absoluta – quer dar porrada no Banco Mundial, do qual emana o paradigma da lutra contra a pobreza absoluta? Claro … Quanto à revolução verde? Ok.

    Mas eu, como português, gosto mais de olhar para o eng. Socrates a receber em São Bento o Presidente chinês e no discurso do banquete a oferecer-se para mediador da China nos PALOPs. Não sei porquê, acho mais interessante olhar para essa mediocridade sabuja e ignorante que os meus amigos patrícios elegem sucessivamente. E repare que nem falo do dinheiro chinês que, via Angola, vai alimentando os estertores financeiros dessa terra do Dr. Deus Pinheiro e ex-colegas (por breve meia hora), na qual abunda o dr. Bernardino Soares, relativo admirador de Robert Mugabe, e o Professor Doutor Boaventura Sousa Santos admirador e defensor do pacote Chavez, Irão (o nome do homem é complicado), Mugabe mais os outros índios todos, e que para isso vai colhendo a admiração de tantos bloguistas que dirão que minto quando escrevo isto pois nao está explicitamente escrito mas sabem melhor do que eu que está explicitamente dito.

    Ainda quer falar de desígnios? Pois eu acho que para a Radio Maputo há o Diário de Um Sociologo … legítima e abrasiva agora da democracia bloguística moçambicana. E outros blogs moçambicanos, que me tenho esforçado por divulgar, avulso e organizadamente (ainda que com pouco eco dos supra-blogs locais, que os há … lestos a cravarem um elozito quando começam, nada lestos depois na disponibilidade em falaram de coisas menos auto-elogiosos como o Ma-Blog – grande nome, reclamo – ou o pnetmoçambique.)
    Quer ainda falar de desígnios aqui? Ou explicitei-me?

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    Comentar por jpt — 16/10/2009 @ 1:55 am

  13. Por quem sois, JPT.

    Para bom entendedor, 1/12 de palavra basta.

    E, creia que o entendo na perfeição, achando que tem a postura correcta.

    “Estiquei” a corda, e encontrei o grãozinho que me faltava.

    Estamos perfeitamente entendidos.

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    Comentar por umBhalane — 16/10/2009 @ 9:38 am

  14. Bons dias!
    Independentemente de qualquer conversa, a música é optima!
    Bem hajam!

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    Comentar por Nita — 16/10/2009 @ 3:19 pm


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