THE DELAGOA BAY REVIEW

15/10/2009

João Paulo Borges Coelho: Uma Entrevista

taca

por ABM

A propósito da atribuição do Prémio Leya ao académico e Autor moçabicano João Paulo Borges Coelho, para quem dos exmos visitantes Maschambianos não o conhece, em seguida transcrevo, com a devida vénia, uma entrevista que JPBC concedeu ao Notícias de Maputo e que foi publicada em 15 de Agosto de 2006. Não captei o nome do entrevistador.

Repare o exmo leitor que, sendo JPBC branco e filho de português, o entrevistador não conseguiu resistir a fazer três perguntas a inquirir sobre as suas afinidades e sua “moçambicanidade”. Uma praga perfeitamente aceitável no Moçambique actual.

Então, eis o texto da entrevista:

João Paulo Borges Coelho é historiador. Dedica-se à pesquisa e ao ensino, na Universidade Eduardo Mondlane (UEM), da história contemporânea de Moçambique. É também um escritor que se está a afirmar. Lançou o seu primeiro livro (“As Duas Sombras do Rio”) em 2003 e, no primeiro semestre deste ano, o quinto, intitulado “Crónicas da Rua 513.2”. Pelo meio publicou também “As Visitas do Dr. Valdez”, com que ganhou a edição 2005 do prémio literário José Craveirinha, organizado pela AEMO em parceria com a HCB. A sua escrita literária é um casamento que faz da bagagem científica que carrega com uma ficção sempre relacionada com realidades presentes ou passadas do nosso país. O tema do novo livro é o Moçambique do socialismo, que diz ter sido um tempo “de experiências para lembrar”. Sobre si, sobre este e outros temas que marcam a nossa realidade e não só entrevistámos este proeminente cientista social e valor adquirido na literatura moçambicana, de que passamos a seguir os principais trechos:

N – As suas raízes são portuguesas, apesar de praticamente ter feito a vida em Moçambique. Nasceu no Porto, filho de português. Ocorre-me perguntar, por estes dados, se é moçambicano ou português?

– Sou moçambicano, apesar de ter nascido cá. Nasci no Porto, em 1955, mas as minhas origens maternas são daqui. A minha mãe nasceu no Ibo, a minha avó nasceu no Ibo e a minha bisavó nasceu no Ibo. Ainda há pouco tempo estive lá a ver os túmulos e um deles está referenciado a 1917, duma tia-bisavó. Quer dizer, metade de mim é moçambicana e a outra metade, por via paterna, portuguesa. O mais importante é que eu optei por ser moçambicano.

N – Quais são as suas afinidades com Tete, mais concretamente com o Zumbo, que aparecem em muitos dos seus escritos, tanto de ciência como de ficção?

– Com Tete eu tenho afinidades desde criança, que onde pela primeira vez tive a noção do mundo, com um ou dois anos de idade, foi em Moatize, onde o meu pai trabalhou nas minas de carvão. Em Moatize nasceram dois irmãos meus, portanto foi isso. Com o Zumbo é uma afinidade relativa, apesar de ser especial, porque é um sítio que eu visitei muitas vezes em trabalho. É um sítio que é muito difícil de chegar, está mais para lá, na confluência do Zimbabwe e da Zâmbia, numa espécie de fim do mundo pelas condições em que vive. Então eu decidi fazer um pouco de barulho a volta do Zumbo tal como se podia fazer por muitos outros lugares deste país nas mesmas condições.

N – Apesar de se dizer moçambicano e, ao mesmo tempo, que geneticamente é metade moçambicano e metade português, tem algum afecto especial digamos por Portugal?

– Tenho afinidades, sim. Primeiro porque é a minha terra natal, é terra do meu pai. Mas essas coisas não nos impedem de sermos quem somos. Tenho as minhas afinidades e tomei a minha liberdade de escolher o que sou sem que isso signifique me ter zangado com o pai, nesse sentido. São afinidades, emocionais, culturais que eu acho que para sermos uma coisa não nos devemos necessariamente excluir das outras. Eu acho que todas as experiências e todas as emoções são um capital individual que nós temos e determinam o olhar que nós temos sobre o mundo.

N – Nesse aspecto, no olhar que tem sobre o mundo, e voltando um bocadinho atrás ao que acaba de dizer, que nos obrigam a ser ou uma coisa ou outra, discorda da dupla nacionalidade, que a nossa Constituição rejeita textualmente?

– Sobre isso falo não no sentido legal do país, mas no emocional ou de sentimento. Imaginemos por exemplo um indivíduo de Mocímboa da Praia que tem família na Tanzania com quem comunica numa dessas línguas comuns de um e do outro lado. Para mim a identidade não é uma coisa estática nem feita de acordo com pressupostos teóricos que na prática nem sempre se verificam. Eu acho que ela se processa a vários níveis e à partida temos, num sentido mais amplo, a identidade de seres humanos. Depois vamos descendo a outros níveis até chegarmos a uma identidade especial que é a identidade nacional, que é muito importante porque as relações do mundo ainda se pautam pelas nações, que se regem pelo respeito e reconhecimento a um espaço territorial, a obediência a um estado; há muitas identidades que convivem todas no mesmo espaço e em espaços variados. E até há a identidade individual! Penso que nós devemos viver com os todos os elementos identitários que nos circundam não apenas no nosso meio mais próximo mas também num plano mais amplo. A identidade não é uma caixa fechada nem os seus elementos são estáticos; é uma coisa dinâmica e viva.
“A História é uma ferramenta importante para muitas outras coisas”

N – É historiador, formado primeiro na UEM e depois a outros níveis em universidades estrangeiras. Para além da docência dedica-se à pesquisa. Qual foi o princípio da sua história? Donde é que tudo começou, até decidir que tinha que fazer da História a sua profissão?

– Bom, eu na altura da independência estudava no primeiro ano do curso de história no que é agora a Universidade Eduardo Mondlane; Mas nessa altura mesmo o meu pai enviou-me para estudar para Lisboa, mas a verdade é que não me adaptei e quis voltar para cá…

N – … o que é que foi estudar lá?

– Ia estudar psicologia, sociologia e história também, mas a verdade é que no fundo não estudei nada. Andei a “comer” o dinheiro dele sem cumprir esse propósito. Na altura da transição voltei, comecei a dar aulas de história na Francisco Manyanga no curso nocturno e frequentava o curso de história no Departamento de História da UEM, até concluir o bacharelato em ’78, depois houve aquelas interrupções que levaram ao encerramento de alguns cursos; mas vim a concluir a licenciatura em 80 e tal; depois disso comecei a fazer a minha pós-graduação e o meu doutoramento na Inglaterra, indo e vindo a Moçambique. Concluí em ’93 e desde aí estou ligado à investigação e ensino na UEM.

N – Porquê escolheu a história e não uma engenharia ou medicina, por exemplo?

– Medicina não, nunca me apaixonou. Penso que escolhi esta área porque a história está ligada a mim. Tanto estudei ela como podia ter estudado ciências políticas ou sociologia ou até filosofia, que são áreas para que tenho mais propensão. Ainda bem que estudei história, porque ela é uma ferramenta importante para muitas outras coisas.

N – Escolheu para área de especialização a história contemporânea de Moçambique, em que estuda principalmente o processo de libertação do colonialismo e a última guerra que tivemos. Que fascínio viu neste período tão conturbado, no meio de tanto que também precisa de ser pesquisado?

– Escolhi a história contemporânea porque penso que a sua estrutura ainda hoje influencia a nossa vida. Considero contemporânea a história que vai desde o Estado Novo (anos 1930), que contém estruturas que até hoje de alguma maneira nos influenciam, na economia e em muito mais. Depois, eu fiz uma licenciatura ligada à luta nacionalista, à luta de libertação e de alguma maneira me apaixonei pela luta dos conflitos que nós sofremos. E considero que os sofremos muitos em Moçambique. O facto de estudar guerras não significa gostar delas; para já eu não gosto nada de guerras. Estudo esses conflitos e agora tenho um interesse especial pela integração regional. Depois de vários períodos de grandes divisões está a surgir agora, neste contexto, uma maior cooperação e eu acredito que essa cooperação é uma das chaves que pode aliviar os nossos países digamos de uma situação de maior vulnerabilidade.
“Foram dados passos importantes para a integração regional, mas ela ainda é muito discurso”

N – Entrou num ponto que nos interessa a todos, moçambicanos e outros cidadãos da África Austral, que é a integração regional. Há um processo que está a decorrer, pequenas coisas já começam a ser vistas, como a abertura de fronteiras para a livre circulação de pessoas, mas por enquanto a nível bilateral. Nos próximos tempos muitas outras reformas serão postas em prática com o objectivo de pôr em prática a integração regional. Pelos passos que a SADC está a dar, acha que na actual fase, em que os países ainda são dentro de si muitos países, e mais ainda, no contexto dos particularismos existentes neste bloco, estes passos não são demasiado gigantescos para alguns interesses que se quer se materializem dentro de muito poucos anos?

– Eu ainda acho que para a integração regional há passos importantes que foram dados mas ainda é muito discurso. Está certo que nós devemos ser optimistas, mas não podemos ser demasiado optimistas e pelo contrário mais realistas. Porque de alguma maneira o combustível desta integração é a África do Sul, que aparece como o grande irmão e nós os restantes somos pequenos. Para algumas pessoas a integração é a resolução de todos os problemas. Não podemos ser tão ingénuos! A integração é importante mas não substitui a necessidade que nós temos de uma batalha inacabada que é a integração nacional. Temos que construir a nação talvez não no sentido a que nos referíamos no passado mas naquilo que ela é na realidade. Uma nação tem elementos de unidade, isso é importante, mas não se deve subestimar os seus elementos de diversidade, que também têm a sua importância. É como uma floresta, por exemplo a amazónica, ela é una mas ao mesmo tempo diversificada, o que a faz ter mais valor por exemplo que um eucaliptal, onde os eucaliptos são todos iguais. Do ponto de vista regional temos que estar mais seguros, economicamente, culturalmente, politicamente, etc., para podermos dar passos mais seguros no sentido que queremos dar à nossa integração. Temos ainda muito caminho a andar e nalgum sentido fala-se mais do que se faz. Penso que temos que caminhar devagar mas a fazer um esforço para que o discurso e os actos vão em harmonia.

N – Fala-se mais do que se faz, na sua percepção. O que é que se devia fazer que não está a ser feito?

– Bem, eu não diria o que não se devia fazer. Ainda há muitos aspectos que estão na infância do ponto de vista da integração regional. Do ponto de vista da democracia formal, o parlamento regional ainda é mais uma ideia do que uma realidade. Este parlamento tem que ser bem pensado para garantir a sua funcionalidade e viabilidade; do ponto de vista da economia ainda ha uma demasiada e gritante dependência dos outros países em relação à África do Sul. Lembro-me que era um dos objectivos do bloco regional numa das suas fases passadas reduzir esses índices de dependência e o que se viu na verdade é acentuar essa dependência. E mesmo do ponto de vista de segurança ainda há muito por ser feito. Agora já há um órgão de defesa e segurança, mas não basta olhar para uma situação do Congo para nós ficarmos preocupados com uma situação qualquer durante um processo eleitoral; é uma coisa muito grande e um bocado assustadora. Portanto em muitos casos ainda é preciso muito para podermos criar uma cultura de região e uma identidade regional.

N – No campo da literatura o que escreve é um casamento entre o que tem de bagagem científica, neste caso a História, e a capacidade de criar. Está a publicar livros literários há poucos anos e vai agora na quinta obra, “Crónicas da Rua 513.2”. É uma aposta que fez para abraçar a carreira de escritor?

– Eu desde sempre escrevi, pequenas coisas. Não escrevi obras acabadas exactamente por culpa minha. Eu não sabia no princípio com que identidade haveria de escrever. Identidade no sentido de homem novo, que é uma visão que dominou os jovens da minha época. Este sentido de homem novo retirava-nos a identidade a todos para nos apresentarmos numa identidade específica e ideal que nós deveríamos almejar. Eu não sei se de facto era ideal. Por culpa minha eu nunca soube muito bem a partir de onde iria escrever. Talvez devesse partir de um ponto simples que era escrever a partir de mim próprio e não de ninguém, como faço agora. Quando escrevi o primeiro livro fi-lo na sequência exactamente de uma experiência de trabalho, no Zumbo. Como eram tantas as histórias que me contavam, eu à noite tomava apontamentos de algumas coisas e subitamente comecei a escrever contos dispersos e subitamente comecei a ligar os episódios e acabou num romance. A partir daí ganhei a prática, não espero nenhuma inspiração para escrever e vou escrevendo e publicando os meus livros literários.
“É impressionante como muita gente não tem ideia dos anos ’80. Até alunos na faculdade!”

N – Tem estado a escrever muita literatura nos últimos anos, mais do que o faz na História…

– Sim! Talvez seja uma forma de compensar. Porque o trabalho académico é um trabalho mais sistemático e exigente, embora a literatura também seja exigente, mas num sentido diferente. Os dois mundos, para mim, complementam-se.

N – Pelo ritmo que está a imprimir na publicação literária, está a assumir-se como escritor?

– De alguma forma sim, apesar de escrever e publicar literatura não ser uma coisa planeada. O primeiro livro saiu quando o editor da Caminho, Zeferino Coelho, viu o original e disse-me que publicava; não é uma coisa que eu tenha planeado. Disse-me que se tivesse mais que o entregasse e assim fui escrevendo e entregando. Foi uma coisa natural, diga-se. O meu assumir-me como escritor é no sentido de que escrevo e publico e não necessariamente no estatuto que nós às vezes pensamos que se tem. Nesse sentido não assumo esse estatuto pois eu até gosto de estar na clandestinidade. Sou escritor mas ao mesmo tempo não sou, pelo que acabo de dizer. Na verdade assumo-me como pessoa que escreve.

N – O seu último livro tem uma história interessante, que é o Moçambique dos anos 1980. “Rua 513.2” é a sua rua ou uma em que morou nessa época; é este romance o recordar de vivências por que passou?

– Não é a minha rua nem é a minha biografia. Parti de um imaginário e fui recriando a ideia em função da memória daquilo que nós tivemos nos anos ’80. É uma recordação ao nosso tempo socialista. É impressionante como muita gente não tem ideia de como as coisas se passaram nessa época. Até alunos na faculdade não têm a ideia concreta do que foram esses tempos. Nós temos um problema de memória, esquecemos muito. E é importante lembrar as coisas boas e as coisas ruins. Na minha opinião esse período trouxe muitas coisas de sinal contraditório. Trouxe muita escassez, mas havia menos injustiça social do que há hoje.

N – De alguma forma isso está reflectido no livro. Que descrição daria desses seus nostálgicos anos 1980?

– Quer dizer, era difícil ter comida mas quando a havia sabíamos dividir entre nós. Quem tinha a mais sem ser coagido digamos sabia dividir com o vizinho que não tinha. Não havia tanto roubo, o secretário do GD (Grupo Dinamizador, que era a estrutura de base do poder) era uma pessoa solidária, mas ao mesmo tempo chato, que nos vinha “chatear” em prol de uma boa apresentação da nossa rua e do nosso bairro e às vezes fazia o seu trabalho não tanto com esta motivação mas com motivações pessoais. Havia nesse tempo mais comunicação entre as pessoas. Escrevi este romance muito a base de memórias e são estas mais ou menos as memórias que eu tenho. E não foi num sentido nostálgico que o escrevi, até porque eu não perdi nada e não ganhei nada nesse tempo, simplesmente como todos os moçambicanos passei uma experiência muito importante de lembrar.

“O cidadão comum tem muito mais energias do que as Lurdes Mutolas do processo político”

N – Não se ganhou nada com o nosso socialismo?

– Houve muitas coisas que nós ganhámos, até do ponto de vista daquilo que falávamos há bocado, em termos de identidade nacional. Penso que essa é uma época de referência na construção da nossa identidade. Não falo de ganhar ou perder num sentido de julgamento. Não! É mais num sentido do exercício de lembrar, em que penso ser importante lembrar aquele espírito épico do socialismo. Estou a lembrar essa época sob o ponto de vista do cidadão comum e não necessariamente das vanguardas políticas ou outras. O cidadão comum tem muito mais energias do que as Lurdes Mutolas do processo político.

N – Acompanhou Moçambique de todos os períodos. Que comparação faz entre o Moçambique de “Crónicas da Rua 513.2” e o actual, que em termos economicistas é o da economia de mercado?

– Eu não sei nem devo julgar. Tu bem sabes disso, o historiador não julga e o escritor interpreta emocionalmente. Não sou juiz e teria dificuldade em vestir a sua pele. Em todo o caso, ha muitas coisas que ganhámos e há outras que perdemos. Entre as coisas que perdemos há coisas que incomodam. Há muita ostentação em paredes meias com uma miséria acentuada. Isso incomoda-me muito, tal como me incomodam a marginalização e a exclusão tanto na cidade como no campo. Com todas as dificuldades que temos, por exemplo, não há justificação para ao fim de 30 anos não termos ainda uma ponte sobre o Zambeze. Para mim toda aquela região, riquíssima, dependente do batelão, é revoltante. Por outro lado, ganhámos muitas coisas, de que nos devemos orgulhar muito delas: a abertura que vamos tendo de dentro para dentro, como as liberdades que antes eram limitadas e agora são amplas, são um ganho que devemos considerar. Pelo ritmo a que vamos andando temos estado a ganhar muito mais e isso é bastante positivo sob o ponto de vista de democracia formal.

Pensamentos do vencedor do Prémio Leya de há três anos.

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3 comentários »

  1. Conheci o João Paulo Borges Coelho, nos anos 60 (para aí 1966/67)…pouco tempo depois dar-se-ia um acontecimento que marcou profundamente a cidade da beira: a morte de D.Sebastião Soares de Resende.
    Recordações de crianças ? muitas. Gostava de (re)encontrar o J.P.
    Tanto quanto sei o João Paulo cresceu em Moçambique; para mim a pessoa é da terra onde vive…e viver em Áfrca marca deicididamente a personalidade e a vida das pessoas; o João Paulo é – mais do que tudo – um cidadão do mundo -. Um cidadão da lusofonia e é por aí que devemos estar todos orgulhosos do prémio Leya que lhe foi atribuído…
    Tenho a esperança de poder – um dia destes rever com o João Paulo memórias de tenra idade…um abraço a todos,
    LZ

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    Comentar por luzinira frangoulis — 17/10/2009 @ 10:57 am

  2. D Luzinira,

    Grato pela sua mensagem. O ideal é estar atenta para saber quando o nosso galardoado for receber o prémio (e o taco) a Portugal e fazer-lhe uma emboscada amigável – se é que está baseada em Portugal.

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    Comentar por ABM — 28/10/2009 @ 6:11 am

  3. Falei com o João Paulo Borges Coelho; obrigada pela sua sugestão mas, programo os assuntos – com a antencedência possível, e à distância…tão longa quanto baste.
    Mas já falei com o João Paulo.
    Em breve muito breve terão oportunidade de ver uma entrevista com ele.
    Um abraço, obrigada
    Luzinira

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    Comentar por luzinira frangoulis — 30/10/2009 @ 11:37 pm


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