THE DELAGOA BAY REVIEW

15/12/2009

Travessia do Rio Zambeze em Tete, Fevereiro de 1954

Filed under: Fotografia Moçambique — ABM @ 3:54 am

1954 fEVEREIRO TRAVESSIA DO ZAMBEZE EM TETE

por ABM (Cascais, 14 de Dezembro de 2009)

Imagem de uma travessia do Rio Zambeze em Tete por batelão, quando os colonialistas ainda não tinham feito a ponte. Fevereiro de 1954.

Não faço ideia de quem são as pessoas. Se alguém souber, avise.

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4 comentários »

  1. E a ponte só aconteceu depois de a guerra de libertação começar.
    Também me aconteceu atravessar o Zambeze, antes da ponte – preferimos ir fazê-lo à então Rodésia.
    Abraço,
    IO

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    Comentar por IO — 15/12/2009 @ 12:41 pm

  2. Bom, creio que há um qualquer equívoco por aqui.

    Em Tete, há uma ponte que, creio, foi concluída em 1971, projecto do Grande Eng.º Edgar Cardoso, “agora” chamada Ponte Samora Machel.

    Há também a velhinha ponte D.Ana.

    E finalmente há a ponte entre Caia – Chimuara, recentemente inaugurada, recuperação de um projecto, creio, que também de Edgar Cardoso, Ponte Emílio Guebuza.

    Esta última ponte foi de facto construída após as guerras de independência, e da posterior guerra de libertação, já que a 1ª conduziu a uma ditadura de cariz totalitário, à semelhança dos que imperavam nos países das cortinas de ferro, bambu, e quejandos.

    Pontos de vista.

    Mas sendo da ponte de Tete que se fala, penso ser de 1971.

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    Comentar por umBhalane — 15/12/2009 @ 3:00 pm

  3. Acho piada ao termo colonialista aqui utilizado.

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    Comentar por Pedro Silveira — 19/12/2009 @ 9:39 pm

  4. Sim, sei quem são. Do lado esquerdo da Ford International, um coloniaista encalorado.
    Do lado direito: colonialista precavido, com óculos escuros e chapéu, colonizado igualmente precavido, também de chapéu; mais à direita, ainda, colonialistazinho e colonialista, também eles precavidos, de chapéu, claro.
    Em primeiro plano, três colonizados sem qualquer hipótese de se precaverem, tantam acertar as tábuas de descarga de vaículos do batelão.
    Em último plano, colonizado afoitamente desprevenido tenta espreitar a cena.

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    Comentar por Rui M.P. — 24/12/2009 @ 8:55 pm


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