THE DELAGOA BAY REVIEW

23/11/2011

MARIA JOÃO SPENCER, 1956-2011

Filed under: In Memoriam, Maria João Spencer — ABM @ 6:19 am

She Found A Home In Our Hearts.

8 comentários »

  1. Uma vida terrena que parte, um sere celestial que começa.
    Aqui na terra passamos pelas provas em que só sabemos o resultado p´ralem.

    Os meus sentidos pêsames à Famílias e aos Amigos.

    Descansa em PAZ.

    Comentar por Lina Maria Zagalo das Neves — 23/11/2011 @ 8:21 am

  2. Que Deus te receba em seus braços e tenhas a paz eterna,
    Luzinha. de Nampula.

    Comentar por Luna Macua — 23/11/2011 @ 8:38 am

  3. A morte é sempre prematura, nunca nos acostumamos com ela!

    A morte inesperada é sempre mais cruel ainda . . . descanse em paz!

    Os meus pêsames á família . . .

    Comentar por Abel de Azevedo — 23/11/2011 @ 9:22 am

  4. Que Deus te receba em seu braços para assim descansares em Paz. Os meus sentidos pêsames à família.

    Comentar por Sara Abreu — 23/11/2011 @ 10:57 am

  5. Um profundo e eterno sentimento de compaixão para quem parte, bem como para toda a família.

    Lília Jerónimo Henriques (Lita e filhos)

    Comentar por Pedro Paulo Rodrigues — 23/11/2011 @ 1:08 pm

  6. nao sei quem era mas a cara e’ me familiar… so’ tinha mais 3 anos que eu… a vida e’ assim como aprendemos em Africa… a todo momento se morre…se nasce…se existe… o sol poe-se… a lua aparece…

    Comentar por joao correia — 23/11/2011 @ 8:36 pm

    • Mais uma amiga que se vai…..mais uma moçambicana que se foi…onde estiveres um grande beijo e vai preparando o terrenos para quando chegar nossa vez !!!!

      Comentar por Jose Maria Mesquitela — 23/11/2011 @ 9:22 pm

  7. Maria João,

    Não sei porque o ano me começou com a perda de uma importante raiz na minha árvore de vida, isso me tenha tornado hipersensível e todos os meses essa árvore parece se desfolhar, perder cor e formusura.

    Ao longo dos últimos anos reencontrei amigos do passado e infância, das brincadeiras e dos bons momentos da juventude e muitas vezes, a lágrima sincera que rolou, foi a expressão de gratidão por esses belos momentos.

    Hoje, passados apenas alguns meses da nossa última conversa em Lisboa, cais mais uma folha desta árvore frondosa e formosa e me fica sempre uma questão aberta, como um O que não fecha resposta à eterna pergunta, porquê tão cedo…

    De todas as formas, guardarei as melhores lembranças das traquinices de infância, da Expo magnífica e das noites de gargalhada aberta pela 24 de Julho e tantas outras avenidas de Lisboa, das nossas danças desafiando a juventude já desvanecendo e do carinho e amizade com que sempre nos relacionamos e de todas as portas que me ensinaste a abrir nos caminhos da vida.

    Onde quer que estejas, que seja em Paz.

    Uma lágrima à nossa amizade que foi eterna…

    À Família, um abraço forte e sentido para que levem a vida para frente pois, acredito que é isso que desejas.

    Teu sempre amigo,

    Mutxhini

    Comentar por Mutxhini Malangatana Ngwenya — 24/11/2011 @ 9:36 am


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